Diário da Juventude

1953 – Quinta-feira, 1º de janeiro. Céu claro e temperatura agradável.

(Diário da Juventude, p. 154)

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em

Acordei às 7 horas.

Manhã de Ano-Novo.
Uma flor se abre no caminho da batalha.
O primeiro amanhecer.
Em meu coração também nasce um novo sol.


Participei do primeiro gongyo do ano na sede central às 10 horas. Várias líderes estavam presentes. Fui à frente e regi Doshi no Uta [Canção dos Companheiros] e a canção
do Distrito Sendai. A reunião terminou às 12h40. Dei o primeiro passo de minha revolução humana correspondente a este ano.

O presidente Toda se dirigiu ao templo principal. Acompanhei-o até a estação de Tóquio. Parecia estar bem de saúde. Fiquei muito feliz!

À tarde, recebi visitas em minha casa. Conversamos até as 19 horas.

No escrito A Oração lemos:

Se o praticante carece de dignidade, se a sua sabedoria é distorcida, se é impuro e carece da virtude obtida pela observação dos preceitos, isso tudo não faz diferença alguma. Contanto que recite o Nam-myoho-renge-kyo, será protegido sem falta. Ninguém descarta o ouro só porque ele está embrulhado num papel sujo; ninguém ignora as árvores de sândalo só porque as árvores eranda ao redor exalam um terrível
odor; e ninguém se nega a colher as flores de lótus só porque a água do vale onde elas crescem são turvas. Se ignorarem o devoto do Sutra do Lótus, eles estarão falhando em cumprir o próprio juramento.

A Oração ([CEND-1], p. 363)

Aqueles que mantêm a Lei Mística com coragem, os guerreiros que marcham à frente da luta em prol do kosen-rufu, devem avançar com essa convicção.

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