Este ano se comemora o 706º aniversário do estabelecimento do Budismo de Nichiren Daishonin. Meu desejo é que seja um ano digno de seu tema: “Ano da Alvorada”.
Saí de casa às 7 horas. Fui à casa dos S. e depois ao templo Myoko-ji para oferecer meus cumprimentos de Ano-Novo. Mais tarde, fui ao templo Jozai-ji.
Cheguei à sede central às 11 horas. Vesti um casaco que tinha ganhado de meu mestre. Uma esplêndida maneira de começar o ano.
Se sou discípulo direto do presidente Josei Toda, este ano devo tomar a iniciativa e liderar como um jovem general resoluto, de convicção inabalável.
Após recitar o sutra e o daimoku, ouvi a gravação do último discurso de Ano-Novo que meu mestre proferiu no ano passado. Uma profunda, rigorosa e esplêndida preleção sobre os três princípios místicos.
Parti da estação de Tóquio no trem das 13h35 rumo ao templo principal, na companhia dos líderes centrais. Hoje havia gente demais na estação e no trem. Ouvi dizer que fazia nove anos que não chovia no Ano-Novo, e vinte e oito anos que não nevava como hoje.
Contemplo o rosto dos meus queridos companheiros de fé de todo o país, reunidos aqui no templo principal. Entre a multidão de habitantes do mundo, eles são as pessoas com quem compartilho laços cármicos, com quem me encontrei na época atual, nos milhares e milhares de anos da história humana. Jamais os abandonarei.