Hoje completo 31 anos. Participei da primeira cerimônia do ano e orei ao Dai-Gohonzon. Renovei a minha determinação.
“Tome conta de tudo depois que eu morrer”; “Quero que você cuide do meu funeral”. Estas últimas palavras de meu mestre ressoam nas profundezas de meu coração.
Às 10 horas, diante do túmulo de nosso mestre, em frente ao Pagode de Cinco Andares, cantamos Hoshi-otsu-shufu Gojogen [Uma Estrela Cai em meio ao Vento Outonal sobre a Planície de Wuzhang], com o acompanhamento da banda de metais e do coral. Informei-lhe sobre a nova canção da DMJ.
Às 11 horas, tiramos uma foto comemorativa com os líderes da Divisão dos Jovens.
Quanto mais trabalhar a cada dia, mais nobre será a história que poderei criar. Este ano, quero deixar registrada uma história gloriosa. Parti do templo principal com os familiares do presidente Toda.
Aliviado por vê-los animados.
No carro, pensei em várias questões. Este ano, quero realizar uma luta correspondente a dez anos tanto no estudo do budismo como na leitura em geral.
A partir deste ano, registrarei cada anotação em meu diário como se fosse meu testamento. Cada dia deverá se converter numa narrativa dourada de minhas realizações e de meu aprimoramento. Devo registrar tudo. Como será minha vida daqui para frente? Sensei, por favor, continue a me observar.
O novo ano se anuncia repleto de determinação e esperança como o raiar do Sol, mas também, cheio de preocupações angustiantes.